Somos Igreja

Somos Igreja

Aniversário de 20 anos da Primeira Igreja Batista em Tibiri 2

Sábado, 30 de Março de 2019

Com muita alegria, no culto de celebração do nosso aniversário de 20 Anos como Igreja, tivemos a honra de receber o Pastor Carlos Queiroz – ou como ele se apresentou, Pastor Carlinhos – para nos trazer a palavra nesses dois dias de celebração.

Antes de dar inicio a sua mensagem, Pastor Carlinhos falou sobre a nossa Igreja a seus olhos, ao se sentir a vontade em nossa companhia também nos disse: “Seja quem for que abra a bíblia para falar de Deus para você, coloque uma peneira na cabeça. Elabore aquilo que você escuta. Entender a voz de Deus é parte da interação”.

Assim dando inicio a sua mensagem, com o tema ‘Somos Igreja’ ele nos indaga, sobre qual é a necessidade de pensar em ser Igreja, se de fato – independente da denominação – já somos Igreja? Para responder esta pergunta, ele nos traz 3 critérios para entender melhor a concepção de Ser Igreja.

1º Critério

A Igreja é a junção do Povo de Deus

Esse critério perpetua a ideia de Universalidade (A Igreja Universal – Igreja como um Todo), sendo assim, somos uma história maior que a nossa Geração. Somos participantes da História, mas não somos senhores dela.

2º Critério

– A Igreja é o Corpo de Cristo

Afirmarmos que somos Corpo de Cristo, nos da o critério de pertencimento. Pertencemos a algo, pertencemos a alguém. Pertencemos a Cristo, e como Igreja formamos o Seu Corpo.

3º Critério

– A Igreja é a Comunhão com o Espírito Santo

A comunhão com o Espírito Santo requer o convívio como Igreja; É em comunhão que nasce a afetividade, a ternura… para que assim O Fruto do Espírito seja desenvolvido, junto com dons e talentos, que pertencem a Igreja como um todo.

Dando continuidade a sua mensagem, Pastor Carlinhos nos fala sobre memórias, trazendo o livro de Mateus 16, versículos do 13 ao 24 como base para nossa reflexão. Em uma comparação, ele nos diz que cada um de nós temos memórias, e geralmente são associadas ao que estamos vendo, mais do que aquilo que realmente lembramos. A exemplo de algum cheiro guardando da infância, quando vemos algo (ou no caso, sentimos) algum cheiro semelhante recordamos de um momento vivido, por isso que a associação é mais adaptada ao que vemos, que traz no ato alguma memoria guardada, se manifestando em um momento específico. Já com os discípulos, acontece o contrário, eles falaram sobre memórias, não sobre o que estavam vendo. Isso também devido ao fato de estarem se posicionando não apenas por eles mesmos, mas também pelo povo. Já que está é a pergunta que Cristo faz, ao qual eles respondem em referência a memórias de pessoas que já não estão mais entre eles.

Nessa situação, ocorre o seguinte diálogo, presente nos versículos 16 ao 19:

“Simão Pedro respondeu: ‘O Senhor é o Cristo, o Filho do Deus Vivo.’ Deus abençoo você Simão, filho de Jonas’, disse Jesus, ‘porque meu Pai que está no céu revelou isto pessoalmente a você. Isto não vem de fonte humana. Você é Pedro, e sobre esta rocha edificarei a minha Igreja; e todas as forças do inferno não prevalecerão contra ela. E eu darei a vocês as chaves do Reino dos Céus; e as coisas que você ligar na Terra serão ligadas no Céu; e as coisas que você desligar na Terra, serão desligadas no Céu”.

Com base nesses versículos, Pastor Carlinhos nos perguntou qual memória tínhamos de Jesus… E se for difícil pensar nisso, pensemos em exemplos, quais memórias temos de nossos pais, avós, dentre outros. Porque assim como absorvemos as memórias de outras pessoas, permitimos que elas também guardem nossas memórias, e estas memórias são o nosso mais forte testemunho: um testemunho de vida! Por exemplo: são as memória guardadas de um filho sobre seu pai, que podem leva-lo para mais próximo de Deus, ou afastá-lo.

E mais uma vez ele nos pergunta: Qual a memória que temos de Jesus?

Sabe por que está pergunta é tão pessoal? Porque a fé é uma experiência subjetiva do seu encontro com Cristo. Você poderá ter memórias e exemplos… mas precisa ter a sua própria experiência com Jesus de Nazaré. É assim que conseguimos viver o Ser Igreja, quando desenvolvemos nosso papel nela; quando entregamos a Deus o controle das nossas vidas, nos aproximando Dele em oração, para que obedeçamos a sua vontade. E assim entenderemos o que Cristo fez, a vocação que Ele teve para cumprir a vontade do Pai; E assim entenderemos o que é Ser igreja, quando compreendermos quem é o Cristo, o fundador da Igreja, que visa uma nova sociedade. Quando entendermos a sua concepção de Glória e Majestade. Isso, porque a Glória de Deus é quando o amor se revela em plenitude, e só, apenas só, entendemos isso quando olhamos para a Cruz, e encontramos o Cristo que ama humildemente.

Texto de Sara Natália

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